Procon Natal orienta consumidores e divulga pesquisa de preço de produtos natalinos

O Natal está se aproximando e muitas lojas, para atrair a atenção dos consumidores, estão com as vitrines repletas de sugestões e promoções. Qualquer que seja a opção, desde uma pequena lembrança a um presente de custo elevado, para não errar na escolha, o Procon Natal orienta que é preciso levar em conta o perfil dos presenteados, sem esquecer de considerar a disponibilidade financeira, pois uma compra consciente pode garantir uma comemoração agradável e evitar futuros problemas.

Planejar os gastos é essencial para fugir das tentações das novidades e não comprar nada que não seja realmente necessário e vá ser usado, alerta Aíla Cortez, diretora geral do Procon Natal. Além disso, no início do ano vem as despesas inevitáveis como IPTU, IPVA e, logo em seguida, de material escolar.

Escolhido o presente, é hora de pesquisar preços, pois estes variam entre os estabelecimentos. A pesquisa também deve ser feita se a opção do consumidor for comprar pela Internet. Nessas situações, o consumidor deve ficar atento ao endereço eletrônico, que deve começar com https:// e ao cadeado de segurança que deve aparecer na tela. 

É importante ainda imprimir o comprovante da compra, com a descrição do pedido, e pedir um e-mail de confirmação, que deve conter a data de entrega do produto. Sites que não disponibilizam telefone, endereço e CNPJ devem ser evitados. Deve-se também evitar efetuar compras em sites que tenham domínio fora do país (sem o “. com.br”). 

Como acontece com as demais compras efetuadas fora de estabelecimento comercial (catálogo, telefone, porta a porta, etc), nas compras pela Internet, o consumidor tem um prazo de sete dias após o recebimento da mercadoria ou da assinatura do contrato de serviço para desistir da contratação. Além disso, todos os valores pagos devem ser restituídos, inclusive o frete.

O apelo é grande, e o Procon Natal alerta que as informações sobre o preço à vista e a prazo, o número de parcelas, e ainda as taxas de juros mensal e anual, devem estar afixadas em local de fácil acesso de forma legível e clara. 

Sempre que possível é preferível comprar à vista e pechinchar descontos. Se a compra for a prazo o consumidor deve ficar atento às taxas de juros e número de parcelas para evitar gastos desnecessários. 

“É importante ainda conhecer o produto que se pretende comprar”, aconselha Aíla Cortez. Assim, ao adquirir um eletroeletrônico, por exemplo, a recomendação é pedir uma demonstração do produto, para conferir se ele está funcionando corretamente. Verificar se o manual de instruções está em português e se o certificado de garantia e a nota fiscal acompanham a mercadoria, também é fundamental.

É preciso observar as embalagens dos produtos, que devem ter todas as informações em português. Alimentos e cosméticos devem apresentar, entre outros, dados de: registro no órgão competente, prazo de validade, composição, volume ou quantidade, o fabricante ou importador. No caso de roupas e calçados, é importante verificar a possibilidade de troca se o presente não agradar, pois a troca é garantida pelo Código de Defesa do Consumidor somente se o produto apresentar defeito e após ser levado para a assistência técnica.

Reclamações e orientações podem ser realizadas através dos seguintes canais de atendimento do Procon Natal: telefone fixo 3232-9050, whatsap 98870-3865, email procon.natal@natal.rn.gov.br

Variação de preços dos produtos natalinos aponta um aumento de 22,27% nos produtos natalinos em relação a 2015 

O PROCON NATAL – Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor – órgão da Prefeitura Municipal do Natal, no intuito de orientar os consumidores nas compras para as festas de fim de ano, realizou pesquisa de produtos natalinos, constatando que os vinhos brancos e tintos estão, em média, 22,10% mais caros este ano em relação ao mesmo período do ano passado.

Dos itens pesquisados, 78,5% estão mais caros e 21,5% estão mais baratos em relação ao ano passado. O Lombo teve uma redução -5,83, bebidas em geral aumentaram o Whisky 12,11, espumante 25,68%, panettones aumentaram 7,31% e queijos, 8,07%.

A pesquisa incluiu sessenta (60) itens referentes a produtos natalinos (queijos do reino, panettones, frango, chester, fiesta, peru, pernil de porco, lombo de porco, chocolates, azeites e bebidas, como, sidra, champagne, vinho branco, vinho tinto e uísque), e foi realizada em dez (10) supermercados e hipermercados de Natal nas duas primeiras semanas do mês de dezembro.

Os queijos apresentaram aumento em relação ao ano passado (subiram 8,07%, em média), destacando um aumento no Queijo do Provolone Quatá e uma redução no Queijo do Reino Quatá de 19,59% e 6,78 %, respectivamente.

Os panettones também aumentaram de preço em relação ao ano passado (subiram 7,31%, em média), das marcas pesquisadas destacando o Panettone Viscondi tradicional, que teve redução mínima de 2%.

Com relação aos vinhos, o Procon Natal incluiu na pesquisa apenas os vinhos nacionais mais populares, brancos e tintos. Também foram incluídos espumantes, uísques nacionais e alguns – os mais comuns. As maiores variações foram detectadas no Vinho tinto Dom Bosco, 750 ml (está 30,70% mais caro), Vinho branco Chalise 750 ml (está 26,76% mais caro).

Dos itens pesquisados pelo Procon Natal, a bebida foi a categoria que registrou o maior índice de aumento (comparando-se os preços médios) em relação ao ano passado, em destaque o vinho branco e tinto que aumentou em média 22,55% e 21,66% respectivamente. 

Produtos industrializados em conserva foram pesquisados e destes os mais baratos entrou nos custos da variação, são eles; frutas em caldas, azeites, azeitonas. As frutas secas são transformadas em kg para a média geral.

DIFERENÇAS DE PREÇOS

O Procon Natal destaca a grande diferença de preços entre os estabelecimentos, que chegam em casos mais que 100%, (ver tabela abaixo), o que sugere que o consumidor deve pesquisar antes de comprar (ver tabela completa dos preços por produto/estabelecimento em www.natal.rn.gov.br/procon).

O pernil de porco congelado da uma marca conhecida no mercado, por exemplo, pode custar de R$ 11,99/kg a R$ 23,98/kg (diferença de 100%). O lombo de porco congelado de marca conhecida no mercado custa entre R$ 13,90 e R$ 23,95/kg (diferença de 72,30%).

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